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Nem Branco Nem Tinto

Bebida leve, fresca e com acidez marcante, os vinhos rosés vem conquistando cada vez mais apreciadores, especialmente em dias quentes.
Com uma coloração peculiar, os rosés são elaborados a partir de três técnicas para que a cor da uva seja transferida ao vinho. São elas:

Maceração
Esta técnica é a mais comum e consiste em deixar o mosto em contato com a casca da uva. No caso do rosé, o período de maceração é reduzido, ficando tempo suficiente apenas para garantir a cor rosada.

Corte
Conhecido também como blend ou assemblage, este método consiste em misturar cuidadosamente os vinhos tintos e brancos já vinificados, originando os rosés.

Sangria
Mais rara dentre as três, esta técnica consiste em retirar, do tanque original do processo de fermentação, 10% do líquido que já apresenta coloração rosada, transferindo para outro recipiente.

Para valorizar a bebida, a temperatura de serviço e o tipo de taça para servi-lo devem ser levadas em consideração.
A temperatura ideal para os rosés varia entre 8 e 12oC, dependendo do corpo do vinho. Para os mais leves, recomenda-se servir entre 8 e 10oC e para os encorpados a recomendação de serviço fica entre 10 e 12oC.
A taça adequada para os rosés deve ser menor do que as de vinho branco, porém com bojo um pouco mais largo com o intuito de revelar seu aroma. Mas, na falta de uma taça específica para rosés, a de vinho branco também pode ser usada.

Experimente alguns rótulos e apaixone-se pelos rosés.

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